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Resenha: Finalizadores Phytogen

03 dezembro 2016


Hoje vou falar de um tipo de produto que é novidade, pelo menos para mim: os sprays de tratamento. Recebi da marca Kert alguns, que são da linha Phytogen, e vou falar do spray Anti Queda e do Power Keratin. Em cada embalagem vem 140 ml, então é uma quantidade bem boa de produto, considerando que esses sprays costumam render bastante.

O que mais me chamou a atenção foi o Anti Queda. O que diz na embalagem: "é um fitocomplexo de ação tônica capilar, com extratos vegetais de ação tonificante e nutriente, que respeita as várias fases do fio". Queda e oleosidade são os problemas que mais me incomodam, então venho usando mais esse produto. Já o Powe Keratin promete "devolver aos cabelos a textura natural, flexibilidade e brilho. A reposição da queratina é necessária para que se possa devolver a 'massa capilar', o volume, a resistência e a elasticidade perdidas". Os dois têm o mesmo tipo de aplicação, que deve ser feita nos couro cabeludo, com os cabelos úmidos após terem sido lavados. Achei diferente um produto que vai direto na raiz, normalmente quando falamos de repor nutrientes pensamos em máscaras, óleos e outras coisas que aplicamos no comprimento dos fios.

Confesso que ainda não vi um grande resultado, mas acredito que isso vá acontecer quando eu tiver usado bastante, e meus sprays estão ainda quase cheios. Porém achei um produto inovador e quis compartilhar com vocês. Além de ser prático, afinal você não precisar enxaguar, é só aplicar no couro cabeludo e pronto. A única coisa que não gostei foi o cheiro, pois é meio forte e lembra produto químico, sabem? Mas o aroma não fica nos fios, você só sente na hora da aplicação mesmo. Cada spray dessa linha custa em torno de R$ 22,90.

Links da Semana: maquiagem vegana, planners e ano novo

02 dezembro 2016











Dica Gourmet: Frutos de Goiás, em São Leopoldo

29 novembro 2016


O verão está aí e vou indicar pra vocês uma sorveteria que conheci recentemente em São Leopoldo: a Frutos de Goiás (porque aqui verão não é sinônimo de dieta). Se trata de uma marca de sorvetes que também tem sorveterias próprias. Eles trabalham muito com picolés, mas o ponto forte das sorveterias é o açaí e os sorvetes mega elaborados, bem ao estilo da Miski, que já indiquei aqui no blog.

O que eu pedi foi a taça de açaí, que vai açaí (óbvio!), leite condensado, confeitos, leite ninho, banana, kiwi e granola. Sim, muita coisa, impossível ficar com fome depois dessa. Meu namorado, que foi comigo, pediu o brownie, que acompanha chocolate e sorvete de castanha. Tem muitas opções com sorvete “normal”, mas pelo que observei o que mais é pedido por lá é mesmo o açaí.


Claro que não recomendo o lugar para veganos ou intolerantes à lactose, pois até o açaí acompanha derivados de leite. Porém as opções são deliciosas e tem aquela apresentação no maior estilo porn food. O ambiente também é muito agradável, é climatizado (muito importante no calor!) e também tem uma área externa muito bonita. O local também tem estacionamento próprio. O preço também não é alto, a taça de açaí custa em torno de R$ 20, depende do tamanho que você pedir. Quem não gostar dos sorvetes do cardápio, pode pedir as opções de café (tem sanduíches, pão de queijo, entre outros). Também há a opção de pegar o buffet de sorvete, em que você escolhe seus sorvetes e acompanhamento preferidos. Recomendo muito o lugar para quem mora em São Leopoldo e região, vale a pena passar lá para conhecer!

Links da Semana: Tina Fey, beleza e mundo offline

25 novembro 2016










Filme: O Filho Eterno

23 novembro 2016


Estou meio monotemática com os filmes, né? Me perdoem que logo o blog volta à programação normal e eu trago muito conteúdo sobre moda e beleza por aqui. Por enquanto, só os filmes têm tirado minha cabeça do semestre da faculdade que está encerrando! Na semana passada, fui na cabine de imprensa do filme O Filho Eterno, protagonizado por Marcos Veras e Débora Falabella. O filme vai estrear no dia 1º de dezembro de 2016. Como eu tinha lido o livro dessa história, de Cristóvão Tezza, na época que fiz vestibular (há 4 anos), me interessei em ver o filme.

A história é sobre um casal, Roberto e Cláudia, feliz no casamento, que descobre que está esperando um filho. Até aí tudo bem, mas quando a criança nasce os pais descobrem que o menino tem Síndrome de Down. O filme se passa na década de 1980, então havia pouca informação sobre a síndrome, ainda chamada de mongolismo. A notícia choca os pais a princípio, mas logo se percebe uma grande diferença entre o comportamento dos dois. A mãe ama o filho e o trata da melhor maneira possível, acompanhando o seu desenvolvimento e sendo sempre paciente. Já Roberto, frustrado, faz de tudo para que seu filho aja como uma criança "normal", submetendo ele a exercícios, tratamentos alternativos e mais.


O pai é escritor e a mãe jornalista, logo ele passa mais tempo trabalhando em casa. A convivência com o filho e com as próprias frustrações acaba ficando insuportável e ele, motivado pela falta de dinheiro, arranja um emprego em outra cidade, voltando para casa apenas aos finais de semana. É aí que ele se desliga completamente da família, arranja uma amante e deixa Cláudia sozinha com os cuidados com o filho.

Não vou contar o final do filme, mas o personagem de Marcos Veras passa por uma profunda transformação, que ensina muito sobre paternidade (e maternidade) para quem assiste. O amor ao filho não nasce junto com ele, mas é algo construído com a convivência e o carinho que pais e filhos sentem um pelo outro. Roberto, frustrado por não sentir um amor avassalador ao ver o filho nos primeiros dias, logo vai desistindo da relação e de seu papel de pai. A história faz refletir sobre a síndrome de down, os preconceitos que todos temos em relação ao distúrbio genético, sobre a afetividade dessas crianças e, sobretudo, o que significa de fato ter um filho.

Dica de Filme: Já Estou com Saudades

22 novembro 2016


Quem me conhece sabe que, para um filme me conquistar, basta que esteja disponível na Netflix e que tenha protagonistas femininas. É o caso de Já Estou com Saudades, filme que assisti recentemente e tem Drew Barrymore e Toni Collette no elenco, como Jess e Milly. O filme retrata a amizade das duas, inseparáveis desde a infância. 

Jess é do tipo mais “certinha”, vive uma vida tranquila com o marido e é feliz em sua rotina. O maior problema dos dois é a dificuldade em ter filhos. Já Milly tem uma vida mais agitada, trabalha muito, casou cedo e teve dois filhos. Milly é mais egoísta e inconsequente, convencendo todos a fazerem suas vontades.

Quando Jess decide começar um tratamento para engravidar, Milly descobre um câncer de mama. Nesse momento a vida das duas amigas muda, pois Milly recorre aos cuidados de Jess, em alguns casos confiando nela mais que na própria família. Jess é aquele tipo de amiga que sempre coloca a outra como prioridade, e em muitas cenas a vemos deixando de lado o próprio marido para auxiliar a amiga em seu tratamento.


Milly passa por altos e baixos durante seu tratamento contra o câncer. Há momentos em que há uma perspectiva de melhora, e em outros a personagem perde toda a sua capacidade de trabalhar e cuidar de seus filhos. A história também mostra a relação entre o câncer e a autoestima, principalmente quando ela se vê obrigada a raspar os cabelos e retirar as mamas. No começo, essas mudanças impactam em seu casamento, mas conforme o desenrolar da história o companheirismo dos dois prevalece.

Já Estou com Saudades é um filme sobre amizade entre mulheres, sobre a confiança e o apoio que damos umas às outras e a importância de ter alguém que encare todas as dificuldades do seu lado, podendo ser uma amiga, mãe, marido ou familiar. Muitas vezes o amor incondicional que esperamos em um relacionamento amoroso pode estar nas nossas amizades mais antigas.

O que esperar do filme Elis

21 novembro 2016


O filme Elis vai chegar aos cinemas no dia 24 de novembro e promete emocionar muitos fãs da cantora gaúcha. Elis será interpretada pela atriz Andréia Horta e também estão no elenco Caco Ciocler, Lúcio Mauro Filho e Gustavo Machado. O filme ganhou em três categorias no Festival de Gramado: melhor filme pelo júri popular, melhor atriz e melhor montagem. 

Andréia é muito fã do trabalho da cantora e se preparou durante três meses para reproduzir o jeito de Elis. Até a casa da cantora em Porto Alegre a atriz visitou. Ela teve que aprender a dublar as músicas e imitar os trejeitos da cantora. Só o áudio das músicas que é o original, gravado por Elis Regina. A fotografia do filme também parece ser linda. Há cenas rodadas no Rio de Janeiro, em São Paulo e Paris.


Além de contar a história da cantora, o filme também retrata muito a época que ela viveu, em plena ditadura no Brasil. Ela sempre criticou os militares e o lado político de Elis é muito retratado no filme. Quando Andréia passou por Porto Alegre durante a divulgação do filme, falou em entrevista que "infelizmente, o filme é muito atual. Seria lindo a gente dizer que está lidando com uma realidade de anos atrás, mas ela está muito atual. A censura está infiltrada nas cabeças".

O filme não tem pretensão de retratar fielmente a vida da cantora (uma crítica que foi feita ao filme quando ele foi apresentado no Festival de Gramado), mas mostra a essência de Elis. Pela repercussão que está tendo e o número de fãs da cantora no Brasil, o filme vai levar muita gente aos cinemas. Evidência disso é o trailer de Elis ter alcançado 1 milhão de visualizações em menos de 24 horas.
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