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Filme: A Lenda de Tarzan

05 agosto 2016



No início dessa semana fui assistir ao filme A Lenda de Tarzan, estrelado por Alexander Skarsgard e Margot Robbie. O filme se passa na década de 1930, e Tarzan está mais velho, vivendo em Londres como um lorde. Tarzan e Jane já estão habituados à vida entre os humanos, porém voltam para a África, enviados pelo governo britânico. O que Tarzan (ou John, como é conhecido agora) não sabe é que se trata de uma armadilha armada por Capitão Rom, que conta com a promessa de muitos diamantes da África se levar Tarzan a uma tribo local que anseia por vingança.

Como o filme fica alternando entre presente e passado, muitas coisas você não vai entender de cara (ainda mais se você se lembra pouco da história original, como eu). A vida de Tarzan na selva é contada, desde a infância, por flashbacks. Cada lugar que o personagem visita no Congo são novas memórias de sua infância e juventude. A Lenda de Tarzan não é uma adaptação fiel da história original, como foi com Mogli e Cinderela. É uma outra história, com um Tarzan mais velho e encontrando seus amigos da selva, que considera como uma família.


O filme tem bastante ação, pois Tarzan terá que salvar Jane das armadilhas dor governantes britânicos e lidar com as criaturas da selva para tentar sobreviver. A agitação da vida da selva só é alternada com os momentos fofos entre o casal Tarzan e Jane. Margot Robbie está maravilhosa no papel, não é uma donzela indefesa, mas luta pelo seu marido e para libertar o povo africano do trabalho escravo. Quem curte a história original pode esperar quase tudo do mesmo jeito, até o grito famoso do personagem aparece no filme.

Consegui ver o filme em 2D e acredito que o 3D não seja indispensável. O que não gostei no filme é que é bastante artificial, tanto nos efeitos visuais (criando animais que você sabe que não estão lá) ou na força fora do normal de Tarzan, que consegue lutar com qualquer criatura da selva. Também não é tão legal o fato de precisar ser um homem branco e rico para libertar os africanos da escravidão, como se eles jamais fossem capaz de fazerem algo sozinhos. Porém, recomendo o filme para quem gosta de ação ou já conhece a história do personagem. É um bom filme se você está buscando por entretenimento, sem muitas reflexões.

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